terça-feira, 16 de junho de 2015

15/06/2015

Beijos apaixonados. Canga, parque, show de jazz.
Um amor que ficou, com calma, esperando por sua hora. 
O melhor toque, o melhor abraço, um olhar que é tão familiar e que me traz tanta certeza de que me fitará por tantas e tantas vezes. 
Mas hoje eu sinto calma. Uma calma que soa até estranha, depois de um namoro tão turbulento. Uma calma que não me deixa acomodada, mas uma calma que me deixa viver. 
Porque todo esse sentimento é real, é meu, seu. Somos nós. Algo tão intenso e tão maior do que poderíamos imaginar.


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